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Facebook: I lettori di Domenico Losurdo

venerdì 27 giugno 2014

L'edizione cinese della Controstoria del liberalismo


 
Domenico Losurdo
Liberalism: A Counter-History
Shanghai Sanhui Culture and Press Ltd.

作者: [意]多米尼克•洛苏尔多
出版社: 商务印书馆
原作名: Liberalism: A Counter-History
译者: 王岽兴 / 张 蓉
出版年: 2014-3
页数: 423
定价: 69.00
装帧: 平装
ISBN: 9787100098243


La pagina del libro

giovedì 12 giugno 2014

L'edizione brasiliana dell'Ipocondria dell'impolitico

http://www.domenicolosurdoinfobrasil.blogspot.com.br/2014/06/lancamento-do-livro-hipocondria-da.html

Lançamento do livro

A HIPOCONDRIA DA ANTIPOLÍTICA - História e atualidade na análise de Hegel

Autor(s): Domenico Losurdo
Tradutor: Jaime Clasen
ISBN: 9788571065086
Ano de Edição: 2014
Edição: 1ª. Edição
Número de Páginas: 400
Formato: 16 X 23
Idioma: Português

Sinopse

 O panorama filosófico e político no mundo atual, incluindo o Brasil, é marcado pela síndrome chamada por Hegel de hipocondria da antipolítica, que tende a ocorrer após derrota no processo revolucionário. O filósofo alemão focalizou a Alemanha e a Europa após a derrota da tentativa revolucionária que lá se desenvolveu nos anos 1840. Nesta sua nova obra, Domenico Losurdo expõe e discute a abordagem histórica e filosófica de Hegel, que se revela atual e fecunda para situar os acontecimentos em nossos dias, após a capitulação e dissolução da União Soviética e os surtos de maior agressividade imperialista e avanço do fascismo que se seguiram, num quadro mundial de busca de novo projeto revolucionário para o proletariado.
 

Hegel atual

João Carlos Graça
Domenico Losurdo é um dos mais importantes pensadores da viragem de século XX/XXI, constituindo a sua obra um dos mais notáveis empreendimentos de renovação e aprofundamento da tradição intelectual que se liga a Karl Marx. A respeito das especificidades do marxismo de Losurdo, e admitindo embora a necessidade de circunstancialmente desconsiderar aspetos todavia importantes (como os que encontram expressão no estudo sobre Heidegger e a “ideologia de guerra” alemã em 1914-18, na sua magistral biografia intelectual de Nietzsche, no livro de discussão da “lenda negra” associada a Stalin, no tratamento do caso do marxismo de Gramsci, etc.), é justo sublinhar aqui a atenção dada ao problema do eurocentrismo da análise, ou, noutros termos, a clara assunção da importância de ultrapassar a noção oitocentista de “povos sem história”, sem que todavia essa inclinação desemboque, em Losurdo, num qualquer culto pós-moderno da “diferença”, bem pelo contrário, dado que é integrada e balizada pelo fôlego acrescido do seu universalismo e da sua preocupação com o horizonte da “humanidade comum”.
Importantíssimo é igualmente o reconhecimento explícito, por Losurdo, das componentes “não-econômicas” dos dispositivos sociais de submissão, mesmo nas sociedades liberais-capitalistas típicas ou “maduras”, isto é, muito para além duma qualquer simples “acumulação primitiva do capital”. Na verdade, pode, segundo o filósofo marxista italiano, falar-se de um processo de simultâneas emancipação e “desemancipação” caracterizando a globalidade da história das sociedades liberais-capitalistas, sendo nesse contexto merecedoras de destaque a sua reformulação do conceito de “bonapartismo” e a apresentação da noção de “monopartidarismo competitivo”.
É também digna de relevo a consciência de Losurdo quanto à importância, para o marxismo realmente existente, de ultrapassar a sua carga messiânica, oficialmente apostada no “desaparecimento progressivo do Estado”, carga que o tem ao longo dos tempos tornado tendencialmente incapaz de absorver, reprocessando-as criativamente, as lições “liberais” da importância dos contrapesos políticos, do predomínio dos princípios do “Estado de direito” e afins.
Em paralelo com a alínea anterior, é enfim digna de nota a recuperação losurdiana da figura de Hegel para a tradição marxista, no âmbito de uma clara preocupação de ligar esta aos combates pela emancipação filiando-se conscientemente na revolução francesa. Quanto a isto, de tratamento análogo beneficiam na sua obra, embora em menor grau, os legados de Kant e de Fichte. É, porém, sobretudo à tradição filosófica filiando-se em Hegel que Losurdo apela para destacar, por exemplo, a importância da noção de “contradição objetiva”, bem como a consistente denúncia das tendências para a evasão deliberada da vida política, a qual encontra plena expressão nas figuras de “alma bela” e sobretudo de “hipocondria da antipolítica”, tal como neste volume  podemos confirmar abundantemente.
João Carlos Graça é Doutor em Economia e Agregado em Sociologia, Professor do Instituto Superior de Economia e Gestão – ISEG e investigador do Centro de Investigação em Sociologia Econômica e das Organizações – SOCIUS. O ISEG e o SOCIUS pertencem à Universidade de Lisboa. 

http://www.revan.com.br/produto/A-HIPOCONDRIA-DA-ANTIPOLITICA-652


da "la Quinzaine littéraire" 1068 2012

martedì 27 maggio 2014

E' uscita La traduzione spagnola de La lotta di classe


Título
La lucha de clases. Una historia política y filosófica
Autor/es
Domenico Losurdo

Colección
Ensayo
ISBN
978-84-942097-8-9
Páginas
438 págs
Dimensiones (ancho x alto)
15 x 21.5 cm
25 €
La crisis económica se ha cebado en los trabajadores, y cada vez se oye hablar más de la necesidad del retorno de la lucha de clases. ¿Pero estamos seguros de que esta había desaparecido? Porque la lucha de clases no es sólo un conflicto entre la clase propietaria y los trabajadores que dependen de ella. También lo es “la explotación de una nación por otra”, como denunció Marx, y “la opresión de la mujer por el macho”, como escribió Engels. Así pues, estamos en presencia de tres diferentes formas de lucha de clases, dirigidas a cambiar radicalmente la división del trabajo y las relaciones de explotación y opresión que existen a nivel internacional, o en un solo país, o en el seno de la familia.
Dados los acontecimientos que marcaron el paso del siglo XX al siglo XXI, la teoría de la lucha de clases es hoy más necesaria que nunca, a condición de que no derive en un populismo fácil que lo reduzca todo a un choque entre “humildes” y “poderosos”, haciendo caso omiso de la multiplicidad de las formas del conflicto social.

http://www.elviejotopo.com/web/libros_detalle.php?idLibro=340

martedì 6 maggio 2014

Domenico Losurdo al congresso internazionale di Lisbona "Marx em maio"

WebMMII Congresso Internacional Marx em Maio 8, 9 e 10 de Maio de 2014
Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa

Há 170 anos, Marx escrevia os famosos Manuscritos Económico-Filosóficos de 1844. No quadro de um materialismo novo em elaboração, era o arranque de uma longa investigação da estrutura económica da sociedade que viria a resultar, em 1867, na publicação do Livro Primeiro da sua obra magna, O Capital. Há 100 anos, começava a I Guerra Mundial, guerra conduzida em nome do lucro e de uma nova partilha do mundo pelas potências imperialistas. No dia 18 de Janeiro de 1934, há 80 anos, os operários da Marinha Grande, opondo-se à fascização dos sindicatos, tornaram-se senhores do poder, ainda que apenas por algumas horas. A 25 de Abril de 1974, faz agora 40 anos, tombava em Portugal a ditadura fascista e os trabalhadores davam início a um processo revolucionário apontado ao socialismo.

Depois do assinalável sucesso do I Congresso, em 2012, é este conjunto de efemérides, assim como a violenta crise cíclica de acumulação do capitalismo e a consequente intensificação das lutas dos trabalhadores, que, em 2014, formam o contexto do II Congresso Internacional Marx em Maio. Assinalamos estas datas e os acontecimentos por elas evocados não com a intenção de nos encerrarmos no passado, à procura de uma fórmula mágica para os combates de hoje e do futuro, mas com o triplo objectivo da compreensão do mundo actual, da comemoração e do alerta.

A obra de Marx e o marxismo continuam a ser, do nosso ponto de vista, os mais penetrantes instrumentos de análise do real. O caminho percorrido por Marx até ao desvendamento da lei da mais-valia, âmago do capitalismo, ofereceu às ciências particulares novas perspectivas de fundo e novos campos de pesquisa. A própria filosofia ganhou novas pernas e outros trilhos para andar.

Por tudo isto, no II Congresso Internacional Marx em Maio voltaremos a contar com a participação de filósofos, de historiadores, de economistas, de sociólogos, de físicos, de geógrafos, de sindicalistas, de militantes e activistas sociais e políticos. Estes quadrantes de investigação e intervenção não se justapõem extrinsecamente, a sua razão de ser reside na própria envergadura e amplitude do trabalho de Karl Marx, na unidade multifacetada do marxismo.

Face aos ataques à racionalidade, à ciência e à cultura que acompanham, como complemento, as políticas de regressão social acelerada dos últimos anos, continuaremos a procurar cultivar um pensar ancorado numa racionalidade crítica e dialéctica.

La pagina con il programma
 












domenica 4 maggio 2014

Un'iniziativa su Marx ed Engels all'Università di Bologna, lunedì 5 maggio

Lunedì 5 maggio



Università di Bologna, complesso Belmeloro, via Belmeloro 14, aula I
dalle ore 16.00 alle ore 18.00

lunedì 28 aprile 2014

Tutti gli interventi alla "Semana galega de filosofìa"


Grazie agli organizzatori e a tutti gli amici incontrati. Con la speranza di una feconda collaborazione futura [DL].

FILOSOFIA E REVOLUCION
XXXI Semana Galega de Filosofía

Qui tutti gli interventi, qui le foto dei lavori

Marx, la teoria della lotta di classe e la situazione attuale

martedì 15 aprile 2014

Una nuova edizione per "Nietzsche. Il ribelle aristocratico"

Domenico Losurdo
Nietzsche, il ribelle aristocratico. Biografia intellettuale e bilancio critico - Nuova edzione ampliata

Volume primo: La critica della rivoluziona dai profeti ebraici al socialismo
Volume secondo: Biografia intellettuale e bilancio critico
Anno 2014 Collana «Saggi. Storia, filosofia e scienze sociali» Prezzo €60,00

Forse in nessun filosofo come in Nietzsche si intessono e aggrovigliano – con un’eccedenza di pensiero che sfida gli esegeti – aspetti brutali e benefici motivi demistificatori, un’oltranza politica da cui trasuda il peggio dell’Ottocento giudeofobo e una potenza di controcanto che manda in frantumi il mito cristiano-germanico. Nietzsche è tutto questo: ribelle solitario, filosofo viandante, illuminista antirivoluzionario, soprattutto teorico del radicalismo aristocratico. Impossibile, se non sacrificando la storia, ridurlo a un’etichetta univoca. Eppure le interpretazioni si sono fortemente polarizzate tra orrore e grandezza. Gli accusatori hanno brandito la genealogia diretta dei capisaldi del nazismo dal suo «superuomo», ed emesso così una sentenza inappellabile; i difensori hanno orchestrato un’ermeneutica dell’innocenza fondata su una lettura allegorica di alleggerimento, in cui le sue posizioni più estreme sono apparse soltanto libera espressione di un mondo vitale oltreumano. In un saggio che costituisce il più importante contributo agli studi nietzscheani degli ultimi decenni, Domenico Losurdo persegue invece l’unica strategia non mutilante. Prende alla lettera i principi spietati dell’aristocraticismo antidemocratico di Nietzsche – celebrazione della schiavitù, della guerra e dell’espansionismo coloniale, eugenetica, dottrina dell’annientamento – ma, invece di proiettarli sulla fosca progenie che li ha rivendicati, li riannoda al loro variegatissimo contesto ottocentesco. Non eludere le ombre inquietanti di Nietzsche contribuisce a ristabilire la verità, ma è anche il solo modo di esaltarne le luci dissacranti, sottraendolo alla sbiadita unilateralità dei suoi apologeti.

Domenico Losurdo è ordinario di Storia della filosofia presso l’Università di Urbino. Tra i suoi saggi: Il revisionismo storico. Problemi e miti (1996), Hegel e la Germania (1997), Il peccato originale del Novecento (1998), Controstoria del liberalismo (2006), Autocensura e compromesso nel pensiero politico di Kant (2007), Il linguaggio dell’Impero. Lessico dell’ideologia americana (2007), La non-violenza. Una storia fuori dal mito (2010), Hegel e la libertà dei moderni (2010) e La lotta di classe. Una storia politica e filosofica (2013). Presso Bollati Boringhieri ha pubblicato: La comunità, la morte, l’Occidente. Heidegger e l’«ideologia della guerra» (1991), Democrazia o bonapartismo. Trionfo e decadenza del suffragio universale (1993) e La Seconda Repubblica. Liberismo, federalismo, postfascismo (1994).

Il neoliberismo selvaggio ha trovato il suo profeta
Paolo Ercolani 12.03.14 - Il Manifesto

Filosofia e rivoluzione: Domenico Losurdo alla Semana galega de filosofìa




lunedì 7 aprile 2014

Interviste e interventi - in svedese - sul Domenico Losurdo e il liberalismo

Förstår liberaler frihet?
mar312014 Skrivet av Pierre Gill su www.tidningenkulturen.se

Una versione più breve su NyTid


  • Det amerikanska slaveriet nådde sin fulla potential under liberalismen. Bild från bioaktuella 12 years a slave med Chiwetel Ejiofor (Solomon Nortup), Craig Tate (John) och Paul Giamatti (Freeman).
Fria Tidningen

Slaveriet del av den liberala traditionen

Enligt självbilden förespråkar liberaler alltid frihet och mänskliga rättigheter. Det stämmer inte med verkligheten, skriver David Brolin i en essä.

martedì 25 marzo 2014

Domenico Losurdo all'Università Gabriele d'Annunzio di Pescara: un seminario su Vincenzo Cuoco e le rivoluzioni moderne

                                                                     
 Università Gabriele d'Annunzio
Dipartimento di lingue, letterature e culture moderne




Giovedi 27 Marzo 2014
Aula 27 ore 9.30
Viale Pindaro


VINCENZO CUOCO
E LA COMPARATISTICA DELLE RIVOLUZIONI

Seminario

Introduce
Prof. Nicola D’Antuono
Direttore Dipartimento Lingue, Letterature e Culture Moderne

Interviene
Prof. Domenico Losurdo
Ordinario di Storia della Filosofia, Università degli Studi di Urbino “Carlo Bo”

mercoledì 19 marzo 2014

Heidegger, i Quaderni neri e il nazismo



Heidegger's black notebooks aren't that surprising

Scholars already knew the German philosopher signed up to the Nazi party. But that doesn't mean nothing can be learned from his thinking
Domenico Losurdo theguardian.com, Wednesday 19 March 2014

 

The scandal provoked by the publication of Martin Heidegger's notes and reflections between 1931 and 1941, currently underway in Germany, is truly stupefying. The philosopher's "black notebooks" (schwarze hefte) were so-named after the colour of their covers; and now we find out that they are black above all in their content. But is this so surprising?
Yes, we do have the confirmation that immediately after Hitler's coming to power Heidegger signed up to the Nazi party, and that he did so nourishing excited hopes. His outlook in the first place concerned Germany: "the German people is now on the brink of rediscovering its own essence and making itself worthy of a great destiny." After the country's defeat in the first world war, the German people were, he thought, going to experience a triumphal renaissance, saving the world from catastrophe and, above all, from Bolshevism. For Heidegger, indeed, the promises of regeneration implicit within Nazism went well beyond German borders: it had been called upon to realise his longed-for "destruction of modernity", putting an end to the egalitarian massification which had, of course, seen its most ruinous expression in the October Revolution, but had begun long beforehand with the advent of liberalism and democracy. And, if Heidegger's hatred for Soviet Russia was boundless, what reigned supreme was his low opinion for the Anglo-Saxon world...
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Una sintesi e una video-recensione di "Liberalism"



giovedì 6 marzo 2014

martedì 4 marzo 2014

Domenico Losurdo su Gramsci e Togliatti


Togliatti, Gramsci : un entretien avec Domenico Losurdo
A l'occasion du 50ème anniversaire de la mort de Palmiro Togliatti, Domenico Losurdo revient sur son apport historique et ses liens avec Antonio Gramsci. Où il est aussi question d'Hegel, d'Adam Smith, de Lénine...
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venerdì 28 febbraio 2014

I trotzkisti di fronte al colpo di Stato in Ucraina e la propaganda "antistalinista"

Una interessante segnalazione che arriva dal compagno  João Carlos Graça [DL].

Dear Friends

... Considering the recent events in Ukraine, I dare call your attention to the articles bellow, that somehow exemplify Trotskist "fuite en avant" (and washing away of their own heavy responsabilities, as Western Intelligence's "left-leaning" fifth comumn), facing the defeat of "Stalinist" os "post-Stalinist" regimes: 

 
 
    Please notice, among other things, the astoundingly easy acceptance of "Holodomor" narratives by Maria Vogt-Downey, her easy-going notion that Stalin did really "russify" Ukraine, that his regime massacred 10 millions, etc. (By vivid contrast with this " fear the Eastern bogeyman", cold-warrior "anti-Stalinism", and in order to demisty a number of points, check the site of Annie Lacroix-Riz here: http://www.historiographie.info/articles.html).
    As to Alex Lantier, although he is right in many aspects as to more recent developments, he should at least remember that "Stalinist bureaucracy", qua "Stalinist bureaucracy", was supposedly, and really, very much really, interested not in the "dissolution of the USSR", rather in its preservation - although all the Western Trots always relentlessly shouted against such social group. (And I am not going now into further discussions of how a "burocratic" element, that is, a "rational-legal" element à la Weber, or a "Beamte" element à la Hegel, is necessary in a socialist state, remains necessary in a socialist state, and indeed is an important element both of efficiecy and of democratization, both in predominantly capitalist societies and in predominantly socialist ones. That may be important to discuss in more detail, but for the moment I rest my case. Suffice to notice how easily this "anti-burocratic" talk, mostly in soixant-huitarde variants, was incorporated and absorbed by officially "deburocratizing" tendencies in the last decades, following a Crozier-Huntington-Watanuki path of reasoning).
    Of course, with wise "Leftists" such as these, we have to assume that, in case the III Reich had won II World War, Maria Vogt-Downey and Alex Lantier should have stepped in and claimed that, via the simple changing of words from "Communism" to "Stalinism", all those who behaved as colaborators (and many they were, no doubt about it) would have instead atoned (poor kids, no doubt), and gladly alligned with a Trot variety of Resistance...
    Well, as Paul Craig Roberts more intelligently puts is, "most people are unable to deal with reality even when reality directly confronts them" (here: http://www.counterpunch.org/2014/02/27/the-neo-nazis-of-ukraine/). Let's hope and see. History is not over yet...
    All the best for you,
 
    João Carlos Graça 

martedì 18 febbraio 2014

Domenico Losurdo in Germania per un ciclo di conferenze

 20 febbraio, Marx Engels Zentrum: Marxismo occidentale e marxismo orientale



















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21 febbraio, Freie Universitaet: c'è stato davvero un patto tra Stalin e Hitler?
Il programma del convegno

















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22 febbraio, Rosa Luxemburg Stiftung: i media si prendono gioco di noi



Gebrauchswerte Medien (37)

22.Februar 2014     19 Uhr      Dortustrasse 53

Die Leichtigkeit, mit der wir (von den Medien) überlistet werden
(Lügenindustrie als Bestandteil des militär-industriellen Imperialismus)

Referent Domenico Losurdo, Prof. für Geschichte der Philosophie an der Universität Urbin/ Italien, leitet seit 1988 die Internationale Gesellschaft Hegel-Marx für dialektisches Denken, Gründermitglied der Assoziation Marx im 21.Jahrhundert

Moderation : Dr. Frank Schubert (Langerwisch)

Losurdo wird als der zur Zeit bedeutenste marxistische Philosoph benannt.

Leider samstags !
Anders war er nicht zu gewinnen für unsere Potsdamer Veranstaltungsreihe, denn wir lehnen uns an eine 2-tägige Stalinismus-Konferenz an der FU-Berlin an, wo er der prominente Vortragsredner ist.

Beim  PappyRossa- Verlag erschienen zuletzt folgende Werke von ihm:

Stalin-Geschichte und Kritik einer schwarzen Legende  2013
Das 20.Jahrhundert begreifen 2013 
Die Sprache des Imperiums-ein historisch-philosophischer Leitfaden  2011

lunedì 3 febbraio 2014

lunedì 20 gennaio 2014

L'edizione finlandese della "Controstoria del liberalismo"



Losurdo Domenico
Liberalismin musta kirja
Kirja: 26.00 €
ISBN: 978-952-264-192-2
Kategoria: Into-tieto
Ilmestyminen: 08/2013
Sivumäärä: 370
Sidosasu: nid.
Suomentaja: Pauliina de Anna
Alkuperäisteoksen nimi: Controstoria del liberalismo
ovh: 28.00 €

Losurdo Domenico

Liberalismin musta kirja
"Liberalististen väitteiden upea paljastus tarkastelee yli kolmea vuosisataa ja hallitsee lähteet mestarillisesti." – Financial Times
"USA:n itsenäisyysjulistuksessa puhuttiin kaikkien ihmisten tasa-arvosta. Sen kirjoittajalla Thomas Jeffersonilla oli kuitenkin itsellään orjia. Vallalla on ollut siis jonkinsorttinen hyssyttely." – Tuomas Enbuske, Voima-lehti
Liberalismin musta kirja kuvaa liberalismin aatehistoriaa 1700-luvulta 1900-luvulle. Italialainen filosofi ja kirjailija Domenico Losurdo väittää, että filosofisena ja ideologisena suuntauksena liberalismin nimissä on syyllistytty mitä suvaitsemattomimpaan politiikkaan: orjuuteen, kolonialismiin, kansanmurhaan,  rasismiin ja snobismiin.
Losurdo tutkii kirjassa johtavien liberalististen kirjailijoiden kuten Locken, Burken, Tocquevillen, Constantin, Benthamin ja Sieyèsin ajatuksia. Hän paljastaa liberalismin sisäiset ristiriidat ja lukemattomat tavat, joilla liberalistinen aatesuuntaus yhä vaikuttaa.
Domenico Losurdo on italialainen Urbinon yliopiston filosofian professori. Hänen kirjojaan on käännetty englanniksi, saksaksi, ranskaksi, espanjaksi, portugaliksi ja mandariiniksi.

Esce l'edizione paperback di "Liberalism. A Counter-history"

9781781681664Liberalism: A Counter-History

One of Europe's leading intellectual historians deconstructs liberalism's dark side.
In this definitive historical investigation, Italian author and philosopher Domenico Losurdo argues that from the outset liberalism, as a philosophical position and ideology, has been bound up with the most illiberal of policies: slavery, colonialism, genocide, racism and snobbery.

Narrating an intellectual history running from the eighteenth through to the twentieth centuries, Losurdo examines the thought of preeminent liberal writers such as Locke, Burke, Tocqueville, Constant, Bentham, and Sieyès, revealing the inner contradictions of an intellectual position that has exercised a formative influence on today’s politics. Among the dominant strains of liberalism, he discerns the counter-currents of more radical positions, lost in the constitution of the modern world order.

Reviews


  • “A brilliant exercise in unmasking liberal pretensions, surveying over three centuries with magisterial command of the sources.”
  • “Liberalism: A Counter-History by Domenico Losurdo stimulatingly uncovers the contradictions of an ideology that is much too self-righteously invoked.”
  • “The book is a historically grounded, very accessible critique of liberalism, complementing a growing literature critical of liberalism.”
  • “Liberalism is far too serious to be left in the hands of the liberals.”
  • “There is always something to learn from books by Domenico Losurdo. And [this book] is no exception, for the outstanding knowledge of modern and contemporary political thought, the rigorous philology and the pursuit of sources that have been forgotten or expunged.”
  • “Vast historical research recommended for the depth of the ‘excavation’ and for the wealth of new material that emerges.”
  • “The latest, original work by Domenico Losurdo, a philosopher-historian of great lucidity, author of always innovative books … travels through and analyzes the dark, deep and often malodorous side of liberalism.”
  • “Losurdo is almost unbelievably well-read”
  • “Losurdo chronicles the ways in which the leading theorists of liberalism aided and abetted the building up of a ‘master-race democracy’ in the antebellum United States and, afterwards, a world-wide ‘war’ waged by the northern European empires of liberty against one another and for the colonial subjection of the rest of the world.”
  • “Liberals might be inclined to disregard Losurdo’s work as bombastic and hyperbolic, but they would be exercising poor judgment to do so. This is not revisionist history, but history told from the point of view of those who are making it.”
  • “Losurdo's point is not the standard Marxian one; that is, the bitter irony of 'free labour' is that it is not so free. His point is rather more straightforward: from its inception, liberalism has been about asserting the liberty and equality of the 'community of the free', over and against those excluded from that community.”

venerdì 17 gennaio 2014

Marxismo occidentale e marxismo orientale: un articolo su "Junge Welt"

 

Unglückselige Spaltung
»Westlicher Marxismus« und »östlicher Marxismus«Von Domenico Losurdo "Junge Welt" 16.01.2014 / Thema / Seite 10

Welches sind die entscheidenden Gründe, die im Westen und im Osten zum Anschluß an die kommunistische Bewegung führten, die als Folge der Oktoberrevolution Gestalt anzunehmen begann? Die beiden Wege weisen merkliche Unterschiede auf. (…) In Italien und in Europa wuchs die Empörung über (…) den Ersten Weltkrieg. Es war diese Empörung, die der entstehenden kommunistischen Bewegung Zulauf verschaffte. (…)

lunedì 6 gennaio 2014

Daniel Zamora ripercorre il lavoro di Domenico Losurdo



LE PORTRAIT
Domenico Losurdo, Pour une contre-histoire du libéralisme
Par Daniel Zamora*
La Revue des Livres, Numéro 6|6/11/12


*Daniel Zamora est chercheur en sociologie à l’Université libre de Bruxelles. Ses recherches portent sur la pauvreté, la justice sociale et le marxisme.

Il testo, del 2012, è ora disponibile on line [SGA].

Domenico Losurdo est aujourd’hui l’un des philosophes italiens les plus importants dans son pays. Encore méconnu auprès du public fran cophone, son travail commence cependant à faire l’objet d’un intérêt croissant. Cet intérêt tient notamment au fait que ses livres ne sont pas sim plement des livres d’histoire ou de philosophie. Dans la majorité de ses travaux, Losurdo mélange de manière originale philosophie, histoire des idées, histoire économique, histoire politique et histoire sociale. Ce mélange permet à l’auteur de rompre avec des travaux historiques souvent anec dotiques ou, pour reprendre la formule de Marx, établissant tout au plus « une collection de faits sans vie1 ».
Cette approche lui a permis d’aborder d’une manière toujours innovante et stimulante les questions les plus importantes de notre époque (libéralisme, nazisme, colonialisme, socialisme…)...

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domenica 5 gennaio 2014

«Xi: Tenere alta per sempre la bandiera di Mao»

Xinhua, December 26, 2013
 
Xi: Holding high banner of Mao 'forever'
President Xi delivers a speech during a symposium commemorating the 120th anniversary of the birth of the late Chinese leader Mao Zedong in on Thursday, 26 December, 2013 in Beijing. Xi Jinping said that the Communist Party of China (CPC) will hold high the banner of Mao Zedong Thought 'forever' in pursuing the Chinese nation's rejuvenation. [Photo: Xinhua]
President Xi delivers a speech during a symposium commemorating the 120th anniversary of the birth of the late Chinese leader Mao Zedong in on Thursday, 26 December, 2013 in Beijing. Xi Jinping said that the Communist Party of China (CPC) will hold high the banner of Mao Zedong Thought "forever" in pursuing the Chinese nation's rejuvenation. [Photo: Xinhua]

Chinese President Xi Jinping said on Thursday that the Communist Party of China (CPC) will hold high the banner of Mao Zedong Thought "forever" in pursuing the Chinese nation's rejuvenation.
While commemorating the 120th anniversary of the birth of the late Chinese leader, Xi hailed Mao and other members of the older generation of revolutionaries as "great figures" in fighting national and class oppression, as well as standing at the wavefront of the positive tide in the Chinese nation and world.
At a symposium held by the CPC Central Committee in Beijing, Xi said Mao, the principal founder of the CPC, the Chinese People's Liberation Army and the People's Republic of China (PRC), was "a great proletarian revolutionary, strategist and theorist."
Xi also hailed Mao as "a great patriot and national hero" and the core of the first generation of the Chinese leadership.
"Mao is a great figure who changed the face of the nation and led the Chinese people to a new destiny," said Xi, also general secretary of the CPC Central Committee and chairman of the Central Military Commission.
He pointed out that a correct historical view must be adopted to appraise a historical figure.
"Revolutionary leaders are not gods, but human beings," Xi said.
"(We) cannot worship them like gods or refuse to allow people to point out and correct their errors just because they are great; neither can we totally repudiate them and erase their historical feats just because they made mistakes," Xi said.
"(We) should not simply attribute the success in historical favorable circumstances to individuals, nor should we blame individuals for setbacks in adverse situation," he said.
"(We) cannot use today's conditions and level of development and understanding to judge our predecessors, nor can we expect the predecessors to have done things that only the successors can do," he said.
Mao's greatest contributions are that he led the Party and the people to find the correct path of New-Democratic Revolution, completed the anti-imperialism and anti-feudalism tasks, established the PRC and the basic socialism system, achieved fundamental success in socialist construction, and pooled experiences and created conditions for China's exploration of building socialism with Chinese characteristics, according to Xi.
"The banner of Mao Zedong Thought could not be lost and losing it means a negation to the Party's glorious history; The principle of holding high the banner of Mao Zedong Thought should not be wavered at any time and we will hold high the banner to advance forever," the president quoted late Chinese leader Deng Xiaoping as saying.
However, Xi said it cannot be negated that Mao took detours during the exploration of the path of building socialism, admitting he made "serious mistakes" in his later years, especially during the Cultural Revolution (1966-1976).
"Comrade Mao Zedong's mistakes in his later years have their subjective factors and personal responsibility, and complicated social and historical reasons both at home and abroad also played their part. They should be viewed and analyzed comprehensively, historically and dialectically," Xi said.
Xi said it was not easy to find a correct path. "The path decides the nation's destiny," he said.
"Socialism with Chinese characteristics does not just fall from the sky," Xi said, adding that it was achieved through the toil and sacrifice of the Party and the people.
Without the pros and cons of historical experience learned from practical exploration before reform and opening up, processes would not have proceeded so smoothly, Xi continued.
Under the new conditions, Party members should adhere to and make good use of the "living soul" of Mao Zedong Thought, namely seeking truth from facts, the "mass line" and independence, Xi said.
The CPC in June initiated a one-year campaign to strengthen the "mass line," a guideline under which the CPC is required to prioritize the interests of the people.
When interpreting the doctrine of "seeking truth from facts," Xi called on Party officials to soberly realize and correctly grasp the fact that China remains in the primary stage of socialism and will long remain so, uphold truth and correct errors for the interests of the people, and advance theoretical innovation based on practice.
The "mass line" is the lifeline and fundamental work principle of the Party, Xi added.
To implement the "mass line," Xi said it is important to adhere to the fact that people are the fundamental force to decide the Party's future and fate and called on Party members to serve the people wholeheartedly.
Xi asked officials to cherish the power entrusted by the people and subject power to the people's supervision.
The president underlined the importance of maintaining the "flesh and blood ties" between the Party and the people. Xi pledged to "make the greatest effort" to address problems of the Party, especially those that arouse people's complaints.
The people will be the "supreme arbiter" and "final judge" to assess the Party's work, he said.
The country will rely on its own strength for state and national development, maintain national pride and national self-confidence, and unswervingly walk a path of its own, he said.
The Chinese people will make the decision and handle affairs of the country. China will unswervingly step along the path of a socialism with Chinese characteristics and firmly follow the path of peaceful development and adhere to the independent foreign policy of peace, Xi said.
Since modern times, the Chinese nation has always been dreaming of realizing "great rejuvenation." Our predecessors made great efforts for making the dream come true. Today, based on their achievements, China's reform and opening-up drive and modernization have scored significant marks.
"China has never been so close to realizing the goal of the nation's great renewal," Xi said.
"To realize the great rejuvenation of Chinese nation, we must unswervingly advance reform and opening-up," he said, stressing that the Third Plenary Session of the 18th CPC Central Committee launched wide-ranging reforms.
The CPC plays a key role in realizing the great rejuvenation of the Chinese nation, Xi said, adding that the Party should administrate the Party, enhance its ruling capacity and strengthen the Party's capabilities, such as self-purification and self-improvement.
Xi vowed to "seriously treat 'illnesses' which harm the nature and purity of the Party and rip out any 'malignant tumors' on the healthy bodies of the CPC."
Persistent effort will enable the CPC to always be at the core of leadership for the cause of socialism with Chinese characteristics, Xi stressed.
Thursday's symposium at the Great Hall of the People was presided over by Liu Yunshan and attended by other leaders including Li Keqiang, Zhang Dejiang, Yu Zhengsheng, Wang Qishan and Zhang Gaoli.
Before the symposium, the seven top leaders visited Mao's mausoleum in Tian'anmen Square, making three bows toward Mao's seated statue and paying their respects to the remains of Mao.
Mao was born on Dec. 26, 1893 and died on Sept. 9, 1976.